
O autor desta maravilhosa obra, o escritor Ernesto Barón, no prólogo exprime o seguinte: "este livro não é apenas um tratado de análise sociológica, nem de orientação psicológica mas foi feito também para identificar, criar e personalizar certos procedimentos básicos e normais da vida prática."
Tanto o inconformismo consigo mesmo como o anelo de procurar melhorar as nossas relações são algumas fórmulas que ajudam eficientemente na procura do caminho da inteligência emocional.
Além disso, com a sua leitura dar-nos-emos conta que os métodos que sempre seguimos nos nossos relacionamentos humanos não deram os resultados esperados. Muito pelo contrário, são sistemas extemporâneos que muitas vezes têm resultados contrários e prejudiciais.
Precisamente por isso, Ernesto Barón indica-nos que foi criada "A Inteligência Emocional e a Inteligência Intelectiva", para nos ajudar dentro do possível e assim procurar reconstruir uma sociedade mais franca e transparente, onde os valores humanos predominem sobre a maldade, as vinganças, os egoísmos, ódios, etc.